O destino estava certo,
eu fui o único culpado!
Se hoje eu estou aqui,
perdido e abandonado!
Pobre cachorro sem dono,
sozinho na madrugada,
de gente não tenho nada,
somente o arrependimento,
e um vazio que me mata.
Minhas roupas esfarrapadas,
me faz sentir frio e fome,
na nudez da minha mente,
nem mesmo, sei o meu nome,
só me lembro do passado,
saudade, que me consome!
Me desviei de você,
fui um louco insensato,
na presa, cortei caminho,
peguei atalho, busquei
no largo, o caminho fácil.
Paguei caro, por meus atos,
eis meu erros, e meus pecados!
Vivendo dias na noite,
diversão e aventuras,
quem cruzava meu caminho,
fui espinho, amargura.
amei a pessoa errada,
dei de cara com o perigo,
não tive um amor sincero,
muito menos, tive amigos.
Quem julguei ter boa fé,
na sarjeta me deixou,
o que eu tinha de bondade,
a boêmia levou!
Marlucia Divina da Silva Medeiros
eu fui o único culpado!
Se hoje eu estou aqui,
perdido e abandonado!
Pobre cachorro sem dono,
sozinho na madrugada,
de gente não tenho nada,
somente o arrependimento,
e um vazio que me mata.
Minhas roupas esfarrapadas,
me faz sentir frio e fome,
na nudez da minha mente,
nem mesmo, sei o meu nome,
só me lembro do passado,
saudade, que me consome!
Me desviei de você,
fui um louco insensato,
na presa, cortei caminho,
peguei atalho, busquei
no largo, o caminho fácil.
Paguei caro, por meus atos,
eis meu erros, e meus pecados!
Vivendo dias na noite,
diversão e aventuras,
quem cruzava meu caminho,
fui espinho, amargura.
amei a pessoa errada,
dei de cara com o perigo,
não tive um amor sincero,
muito menos, tive amigos.
Quem julguei ter boa fé,
na sarjeta me deixou,
o que eu tinha de bondade,
a boêmia levou!
Marlucia Divina da Silva Medeiros
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