Vou contar uma história
Eu não minto não sinhô
O que agora vou contar
E historia de pescador
Papai casou La em Minas
Em Cuiabá veio morar
Pra impressionar mamãe
Foi lhe chamar pra pescar
Disse a ela vou lhe dar
Na beirada do rio
Um peixe pro CE assar
Ela arrumou a tralha
Café água arroz feijão
Tambem tratou de pegar
Um saco cheinho de pão
Na beirada do rio
O trem estava animado
Com tanta gente pescando
Ouvindo o som do rasqueado
Já se passava das onze
Nada de peixe pegar
Mamãe esperava o peixe
Que ele prometeu lhe dar
Era uma fome de cão
Papai foi dizendo então
O pescador que e bom
Tem que ter opinião
Jogando a minhoca na água
Ele pegou um peixão
O bicho era tão grande
Que ele até caiu no chão
Então disse irritado
Eu estou magoado
Não o peguei pela boca
Peguei pelo anzol
Que esta no seu pescoço
Engastalhado
E trocando a minhoca
Papai segurou a vara
Enquanto ele jogava
O peixe de volta na água
Desesperada com fome
Pra ele mamãe gritava:
Pega o peixe fisga o peixe
Quero-o pra assar
Você me prometeu
Agora vai ter que da
Em duas horas mais tarde
Vejam só que engraçado!
Mamãe pegou o mesmo peixe
Do anzol engastalhado
Como e mineira esperta
Do peixinho não teve do
Foi logo dando um jeitinho
De prepara o goro
Papai ficou chateado
Com vergonha da mamãe
Enquanto ela fazia
Peixe assado arroz feijão
Ele tratou de fazer
Uma salada de manga
Desta historia eu vi a foto
Que minha mãe registrou
O peixe eles comeram
O anzol meu pai guardou
Toda promessa e divida
Que nos temos que pagar
Porque senão o destino
Vai fazer nos relembrar
História verídica, testemunhada
Por Tonzinho e Silvana casal
De mineiros que residentes em
Ituiutaba MG
Marlucia Divina da Silva Medeiros
Coração cuiabano’’
Meu primeiro peixe eu estava grávida e com muito desejo de comer peixe, fisguei de uma forma embaraçosa ''historia verídica e testemunhada, virou uma moda’’ Promessa e divida''. Depois desse peixe e da derrota nas canções eu descobri que poderia pegar peixes do tamanho que eu quisesse... Habilidade não estaria na isca, mas sim na minha vontade e na força do meu pensamento, mas adiante ...Provei a força do meu querer quando salvei meu filho do rio Cuiabá fato também testemunhado. O pescador e um pensador por natureza aprendi que até mesmo quando seu anzol ñ tem isca ele fica matutando, minhoca, milho ou coração? Qual será a preferida refeição desse peixe? No meu anzol ñ tinha isca só à vontade de comer o peixe. Meu filho quando caiu no rio tinha de três pra quatro anos eu também não sabia nadar, mas a vontade o desejo do meu amor foi mais forte que minha estatura e capacidade o pai dele estava muito longe pra socorrê-lo ou eu pulava na água ou meu filho morreria afogado. O que eu quis dizer contando isso resumidamente? Nada apenas o nada que me faz ruminar e seguir adiante. E claro que não rumino capim prefiro chiclete embora tenha que ir periodicamente ao dentista...
Marlucia Divina da Silva
Coração cuiabano’’''OLIVEIRA BIOLOGICAMENTE .

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