Nas águas de um rio claro,
minha mãe me batizou,
sentada em uma pedra,
sorrindo me amamentou,
em lenções de águas claras,
recebi os seus carinhos,
no leito à natureza,
eu sonhava de mancinho.
Nas águas do rio claro,
eu comecei a sonhar,
me enchi de esperança,
vendo o rio cuiaba,
Ouvi passaros cantando,
vi o sorriso do pescador,
cresci vendo a mesa farta,
providenscia do senhor,
estas águas são ternura,
berço que me acalentou,
foi o doce de infãncia,
que minha alma então sonhou,
nos braços desta grandeza,
recebi liçôes de amor!
Cantando em dias de festas,
tardes lindas de calor,
vou encinar a esta gente,
dar ao rio o seu valor.
falado:
em solo verde nas margens/ na areia fina eu pizei
com passaros de muita especies/ assoviando eu cantei
o som de ruidos imagens/ em minha mente eu gravei
paz amor alegria/ em meu caminho encontrei
brincando em suas margens/ pescando em oração
compuz o primeiro verso/ nasceu a primeira canção
rio cuiaba sua imagem/ irrigou meu coração! (Guarãnia)
Marlucia Divina da Silva Medeiros
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