! Tempo vivido por mim apenas ate os cinco anos, porque der repente eu me vi retirante! Sem direito e sem escolha, as coisas aconteceram, laços se romperam, e eu me vi suspensa no mundo, em outra extremidade da terra, eu já me encontrava, só e muito longe dali, com pessoas diferentes e estranhas, e a vida já não tinha o mesmo sabor, muito menos as cores! Fui levada a um casal de estranhos, pessoas que eu nunca havia visto na vida, meus pais de criação, Jose Luiz e Julieta aos quais, me impuseram duas condições ou chamá-los de pais ou padrinhos, como o tratamento que eu recebia estava longe de ser tratamento dado á uma filha, escolhi chamá-los de padrinhos. Tratavam-me como se eu fosse um menino, o cabelo era curto as minhas roupas eram masculinas, e tinha que usar sempre chapéu, botina, e acompanhá-los na lida com terra. Aos sete aninhos me fizeram uma grade graça, me puseram na escola no Patronato córrego da caçada município de Ituiutaba embora, eu andasse um pouco pelas rodovias até chegar á escola, apavorada e só, era um tempo preciso, para minhas idéias! Eu ia atravessando córregos, o do Espilhoes, Caçada, e Grilos, córregos, onde trafeguei varias vez sozinha, sem companhia, com medo e tão pequena! Ás vezes, saia da rodovia e me escondia, quando via um carro estranho, um ciclista ou um andarilho, você não sabe se e um bandido, ou um solitário sem destino, sem lar e sem ninguém, e que encontramos muitos nas rodovias, e por alguma razão eu estava sempre caminhando em uma longa estrada, me sentindo pequena, retirante sem proteção e sem lar! Horas eu caminhava em direção a escola, indo á venda dos Grilos, que era muito longe, também havia horas em que eu fazia uns sérvios estranhos, como vigiar carnes penduras no sol pros cachorros não atacarem, e que meus padrinhos, quando não lidavam com a terra mantinham açougues, na roça a beira da rodovia no córrego do Espilhoes e na Caçada! Por isto o olhar fixo á rodovia era minha sina! Eu parava e olhava distante, imaginando porque tudo que eu queria estava tão longe, havia sempre a imensa rodovia a minha frente, longa e sem fim, meus pés, viviam ardendo pelo cascalho quente, o cheiro do piche às vezes entranhado na minha respiração, o suor escorria em meu rosto ardendo a minha pele tão jovem e tão sofrida, com o sol e as picadas dos insetos. Ai de mim se não fosse pra rodovia vigiar as carnes ou catar as pedras! E como se não bastasse era meu dever amassá-las com o martelo, e arriar enormes tachos o que faziam geléia, fritavam carnes e toda banha que eles retiravam das vacas, e dos porcos. Em outra situação esta mesma rodovia já me enchia de esperança, eu me livrava dos serviços estranhos e domésticos e caminhava na esperança do aprender! Armazenando em minhas idéias os sonhos, atravessava córregos e mais córregos, de belas paisagens, cheias de palmeiras lindíssimas, me alegrava ver os pássaros, periquitos, papagaios e araras, em suas algazarras e vôos movimentando a paisagem no balanço das folhagens nas palmeiras, o que me mostrava muito forte o verde, cor viva que pra mim simbolizava a que embora eu não á tivesse, me despertasse tamanha coragem em prosseguir, ás vezes com medo da violência da rodovia e dos morcegos, que sobrevoavam dos bueiros, embaixo das pontes. Mas eu tinha que seguir contando a história no caderno, escondida e sufocada em meus pensamentos, até que eu aprendesse e reescreve- lãs, nas paginas brancas do papel, enfeitando com rimas e cores de tintas. A escola era a base, pra que eu chegasse di certa a forma a algum lugar, e entendesse por meio das palavras o que estava me acontecendo e ate onde eu poderia chegar, e tirar algo de bom de tudo aquilo. No Patronato aprendi a ler, tinha por colegas as crianças abandonadas pelos pais e pelo descaso do mundo, crianças que a vida maltratava, rebeldes não por serem maus, mas por algum motivo trágico do destino encontravam-se ali, aos cuidados do senhor João e dona Irene. Encontravam-se ali, para uma criação de cuidados e amor, eles tinham alojamento, carinho, alimentos estudo e em troca, davam o seu trabalho, cuidavam da chácara do Patronato, das hortaliças de onde retiravam parte de seu alimento, e nas horas do recreio conviviam com as crianças da vizinhança, eu era uma delas. A sala de aula, os recreios, as brincadeiras eram gratificantes, lembro-me dos gestos de carinho dos meninos comigo, beijinhos no rosto, e cartinhas amorosas de infância! Os garotos apesar de serem trazidos, das ruas, eram amigos normais como todas as crianças, que só precisam ser amadas. Na espoca ouvia-se muitos boatos tristes, não sei ate que ponto era verdades, mesmo assim causava-me indignação, ouvia dizer que o Sr. João ás vezes, amarrava algumas crianças na arvore enquanto batia neles, os deixando amarrados á noite toda! Não sei ate que ponto isto era verdade, mas os meninos me contavam, tenho arrepios ate hoje em pensar ate que ponto essa crueldade seria verdade? Na época que eu estudei no patronato no córrego da caçada não havia meninas internas só as das redondezas e em horário de aulas! La eu aprendi a ter meus primeiros contato com outras crianças contatos com outras crianças, meus primeiros professores, e também minha primeira catequese. Em colégio de padres, o ensino religioso começa quando começamos a ler o que acho muito valido, Compreender os sentidos da vida, tornando compreensível, salutar e aceitável o viver quando nos ensinam a fé, o poder, das promessas de Deus, e que ele não tarda em socorrer os seus filhos, os consola e ate premia os bons comportados, punindo as vezes aqueles filhos rebeldes, como todo bom pai faz, da um castigo, por que quer que o filho ande nos bons exemplos e siga seus ensinamentos! A catequese e isto nos mostram uma receitinha infalível o que eu posso e o que eu não posso fazer? Quais as conseqüências que terei se eu não obedecer ao meu pai, principalmente o meu paizão do céu? Porque e pai de tudo e de todos. Os dez mandamentos e sua doutrina são a base pra ser um bom filho, pois dele recebe todas as regras ditas por um pai, amigo, que esta acima de tudo e de todos, tudo, vê, conhece e sabe, pode e transcende o tempo e o espaço, estando em todas as partes, podendo ate caminhar nas rodovias, nas ruas e estradas desertas deste mundo, ao lado de uma menininha triste só e abandonada! No Patronato eu me achava no plano espiritual e no físico, nas aulas do português em minha primeira lição cartilha de Lala, aprendi uma oração, fazendo dela a minha oraçãozinha de todas as manhas tardes e noites, Já que ninguém me havia ensinando uma, e eu só sabia falar com meu Deus do meu jeito, fechando os meus olhinhos e elevando o pensamento a ele. Na catequese eu já tinha minha canção favorita e em oração eu cantava suavizando o meu peito: No orvalho da manha criança me fala do meu Deus musica linda do (Padre Zezinho)O cantar da vida mansa a canção que eu fiz para o meu Deus! A escola era tudo, aprender a orar, a cantar, o significado das palavras, em sua possibilidade de criação me encantava! Eu esperava ansiosa que a professora de educação artística dissesse: Vamos brincar de auditório quem se oferece a cantar aqui na frente? Eu era a primeira a me levantar e já tinha uma musica engatilhada parecia mais uma vitrolinha, e quando isto não acontecia, eu esperava ansiosa pela aula de português, e que não faltasse a tão esperada composição, chegava ate mesmo a sonhar com os temas e se a professora me mandasse escolher um, causava-me ate indecisão, com tantos títulos que eu já tinha em mente para desenvolver a minha história, rara era a vez que eu não ganhasse um dez ou que minha redação não fosse parar no mural da escola, mas a vida pra continuar sonhando, não foi favorável, trabalhei tanto, e fiz de tudo um pouco, e ás vezes eu passava um, até dois anos longe da escola. Isto foi um tempo sofrido e duradouro até o dia que eu resolvi fugir! Fui baba manicure, balconista, caixa fiscal de loja e ate mesmo bóia fria, auxiliar de magarefe em um frigorífico, Uberlândia Minas Gerais trabalhava na câmera fria com o carimbo de inspeção federal marcava os miúdos a serem embalados e prontos para exportação e quando funcionaria desta empresa, o governo em Brasília lançara uma campanha funcionário padrão o concurso era fazer um verso ou um poema, sobre o tema, eu não me interessei em fazer, mas pela insistência de uma amiga e a pedido do meu primo Euclides, eu fiz uma pra ela e outra pra mim, não levei muito a serio, mas fui pro vestiário, compor! Eles eram meus grandes amigos de todos os dias, no caminhão na hora do embarque pro serviço e quando íamos almoçar, sentávamos na mesma mesa tínhamos um ótimo relacionamento de amizades, e eu os fazia todos os dias eles me ouvirem cantar obras de poeta de Chitãozinho e Chororó! Se eu não cantasse esta canção era como se eu não orasse a Deus naquele dia! Como negar uma poesia a pessoas que todos os dias me davam um pouco do seu tempo me ouvindoeu falar dos meus sonhos? Eu não almocei naquele dia, só pra ficar no silencio do vestiário enquanto os outros funcionários almoçavam eu teria tempo suficiente pra fazer a poesia que tanto minha amiga queria. O resultado foi que ela ganhou uma medalha de prata, e eu não ganhei nada! Mas largo e prazeroso era o seu sorriso, exibindo a medalha de prata pendurada em seu pescoço pra que todos vissem seu premio pelo meu mérito! Com muita vontade e com apenas a 6° serie conseguida a muito sacrifício, fiz uma prova e fui aprovada a trabalhar nas Lojas Americanas, de balconista, caixa e enfim fiscal de loja quebrando o tabu que só então havia trabalhado ate então homens neste cargo, amparada por um policial do juizado de menores, o Jose Luiz eu pude assim desenvolver bem e com total desempenho o meu trabalho e sendo exemplo bom para loja de numero 49 antes de sair tive que orientar na formação de mais oito mulheres para fiscais, e só sai porque ia me casar e mudar de Estado não havia Lojas Americanas na época em Cuiabá, para pedir transferência então á saída foi pedir demissão do cargo o qual tinha um excelente salário. Casei-me em 30/04/84 Uma semana depois eu embarcava num ônibus da empresa São Luiz direto a Cuiabá, levando no peito os sonhos e a vontade de construir um futuro melhor, deixando pela terceira vez família, emprego e amigos. No Mato Grosso eu enfrentei de tudo, tinha que lidar com um marido doente de ósteomilite crônica nas duas pernas, o descaso da firma onde ele trabalhava de impressor de off set, e ainda por cima grávida, sem ter dinheiro e nem condições humanas de sobreviver, só não morri e perdi a criança, porque aos três meses de gestação eu conseguia me levantar da cama graças a ajuda de uma grande amiga que assim como eu viera de Uberlândia casada e na mesma esperança, compadecida com minha situarão me trazia comida, se não fosse ela só ia comer um sanduíche e as onze da noite porque o marido deixava de lanchar no serviço, pra me trazer o lanche, embora fosse doente alcoólatra, era um homem bom, excelente profissional só que por sua doença as vezes ficava afastado por um tempo longo entre tratamento cirurgia e dividas e com as dividas todos os tipo de dificuldades, me mantive viva porque sem parentes e sem conhecer ninguém, lutei até contra a fome, graças ao rio Cuiabá, que mesmo grávida e até o sétimo mês de gestação eu caminhava uma hora para pescar, voltávamos á noite trazendo peixes, mamão, manga e caju frutas de época que dão em abundância e fartura e que sustentam a população ribeirinha. Quando eu não enfrentava a doença do meu marido tinha que lutar contra o seu alcoolismo remando contra a maré que horas alta e outra baixa, não foi fácil lutar contra tantos obstáculos pra agüentar e sobreviver cheguei ao limite, muitas vezes pensava em jogar tudo pro alto e voltar pra minha terra. A magia do lugar a solidariedade simplicidade dos cuiabanos que eu fazia amizade me davam certo animo me obrigando a seguir, somente os mais próximos a mim meus compadres Janio e Lidia sabiam o que eu enfrentava. E enfrentava pelo o que eu mais amava, meus dois filhos, por eles eu mantinha a minha Fe e a esperança que o outro dia fosse melhor. Durante sete meses eu não liguei pra ninguém, não escrevi nem mesmo a minha mãe não tinha como mentir eu não sabia fazer isto, e pra não preocupar ninguém ia para o papel todas as minhas queixas e lamentações, meus diários eram uma espécie de divã onde eu desabafava escrever era uma forma de não guardar o que me oprimia. Quando vieram os filhos continuei escrevendo não mais sobre a minha historia, O meu viver meu aprendizado. Passei a dividir com eles toda uma vida de anseios e preocupações, uma vida atribulada em meio ás doença crônica do meu marido, crise financeira e injustiça agarrando-me na esperança e cultivando neles a fé que renasce aos sonhos. Em 89 conheci o padre Nazareno o que me orientava com suas palavras. Que era para mim balsamo e alivio ás minhas angustias por longos anos levei o evangelho a muita gente, famílias, jovens e crianças, de casa em casa eu descobria que não era a única a sofrer e que todos s temos as nossas cruzes e que há pessoas em todos os cantos que necessitam de palavra conforto e muita das vezes não tem nem mesmo sonhos! Trabalhei muito pela causa do causa do reino, dando palestras aos crismando, evangelizando jovens e crianças. Na igreja católica me engajei em movimentos da RCC intercessora após seminário com Padre Firmo Duarte, membro auxiliar da Legião de Maria, mas precisava cumprir bem meu ministério, então em 89 aderi ao movimento sacerdotal mariano como leiga. Continuei a escrever homenageando Jesus e Maria que estiveram sempre presentes em minha vida, sonhos e anseios. O temor a Deus sempre foi à base de tudo em minha vida e quando a vinte e cinco anos atrás eu chegava de Minas, terra vermelha de clima fresco achava que não suportaria o calor de Cuiabá, mas aos poucos fui descobrindo que não sobreviveria sem ele sinto-me cuiabana e não penso em outro lugar para viver, amo minha terra natal, mas a natureza o clima de Mato Grosso a simplicidade a Fe e religiosidade das pessoas aqui e o que me dava fascínio e encanto foi me apaixonando por esta terra e me sentindo cuiabana de corpo e alma aqui eu encontrei grandes amigos que me deram aconchego hospitalidade e a terra foi fundamental às minhas inspirações, tive que parar por um tempo de escrever, pois meu filho com oito anos começou a cantar na no chuveiro, na escola, na igreja e em todos os lugares onde tivesse um microfone ligado, chegava da escola com um nome e eu tinha que criar uma musica pra ele cantar nos eventos da escola, mas não ficou só nisto, do colégio dele já estava em todos do bairro cantando em todos os eventos e em todas as praças minha filha o acompanhava com o teclado, mas não parou por ai, der repente vieram os concursos, as classificações e ele já estava na TV e nas rádio locais. Parei de escrever minhas poesias e dediquei-me pra ele, elaborando o seu projeto com as musicas de minha autoria e mesmo sem conhecer técnicas de musica dava a letra e melodia, e o Maestro Gilberto Mendes criava a partitura para mim. O estilo era o (sertanejo romântico, rasqueado, moda de viola, forro, etc.) Compunha letras que de certa forma agradasse o publico infantil e adulto. Com a temática voltada para o cotidiano, as brincadeiras, os anseios juvenis e como partida a amada terra Cuiabá e as belezas de Mato Grosso. O repertorio eram: Quem disse, Chiclete cuiabano, Violência e extinção, Proerd Paz e amor, Eu quero outra vez sonhar, Nas águas do rio, E tão bom lembrar, Cowboy sonhador á estas oito musicas o conselho aceitou e deu o parecer favorável e as outras quatro desconsiderou. O meu projeto obteve parecer favorável, porem tramitou cinco anos na Secretaria Estadual de Cultura sem obter a verba necessária, que a lei de incentivo a cultura Hermes de Abreu prometia foram tantas as promessas vagas e os reajustes que me mandavam fazer, que acabava por gastar mais do que se tivesse tomado outra iniciativa como a de gravar uma musica por vez, na segunda vez que apresentei o projeto, ate carteira na ordem dos músicos me mandara tirar sendo que sete conselheiros, já haviam dado o parecer favorável faltava apenas a aprovação do presidente do conselho, eu só tinha que tirar as carteiras dos cantores e a minha como compositora e proponente, parecia fácil e ate seria se ao pagar na época mais de 100.00 por cada carteira, o presidente não fosse tirado do conselho antes da assinatura que eu mais precisa! E esta historia de favorável e reajuste tramitou ainda por mais três anos ate que o meu filho em fez de sonhos desencantos e ate mesmo por humilhações, não suportou nem mesmo ouvir mais este nome Lei de Incentivo a cultura. Hermes de Abreu. Nas águas do rio, serviu de campanha pra defesa do rio Cuiabá o cantor mirim chegou a fazer um clipe pra campanha o mesmo foi divulgado na TV Mato Grosso e em outro canal durante todo tempo da campanha RIO CUIABA VIVO brilhante campanha de preservação ao meio ambiente, existente pelo deputado Sergio Ricardo ate hoje, trabalho de uma pessoa que por sinal admiro pelo trabalho que sempre desempenhou em prol do rio Cuiabá., assim como tantos outros benefícios, que tem favorecido não só o meio ambiente como milhares de pessoas carentes. Nunca me considerei poeta ou escritora, pelo fato de não ter estudo e nem conhecimento literário suficiente, mas sou viciada em escrever principalmente verdades, tudo que escrevo eu retiro das minhas verdades e inspiro-me na bíblia e na vida real do meu cotidiano, escrevi em minhas musicas e poesias Lições de amor, fatos que me preocupa, como a violência a natureza o desrespeito e maltrato a seres vivos em geral porque e um problema preocupante no mundo todo. Com a publicação de minhas musicas e poesias, seria uma forma de estar fazendo algo para colaborar, despertar, conscientizar, pois enquanto houver omissões e descaso a natureza e seres vivos estarão à mercê de doenças e mortes podendo levar a extinção do nosso planeta. Lição de amor faz referencia a vários temas, dando ênfase a Fe e esperança Como base, a idéia era unir forças num programa amplo e social, onde cada indivíduo teria obrigações de zelar, fiscalizar e denunciar os maus tratos a natureza, alérgica ao ‘’ar’’ poluído e fungos do ar e como eu, existem milhares de pessoas com os mesmos problemas o tratamento e a base de vacinas, que são eficientes, mas são caras e em longo prazo. Lições de amor e uma bandeira a violência que não sangra, mas e estampada na omissão, no descaso, no abandono, e até na falta de simples gesto de uma palavra construtiva. Homenagem a todos que direto ou indiretamente lutaram contra a fome, ódio, miséria, violência, preconceito e desigualdades, além de falar de amor entre os seres e do amor de Deus, faço homenagem a todos que direto ou indiretamente lutaram contra estas causas, destaco como lições o Manifesto poesia dedicada a TV Record, co o Manifesto de uma fã Proerd Paz e Amor excelente projeto da PM, e ao carinho recebido dos pais, avós e de todos aqueles que amam cuidam e ensina com responsabilidade a criança atribuo Lições de amor Homenagem aos meus queridos avôs Mamãe Julia e papai Zé Candido e todos aquelas pessoas que são os pais na qualidade de educar e construir para a vida. E se tratando de lições, amor e luta eu não conheci ninguém que mais tenha lutado por esta causa que o Padre Nazareno, que instruiu e construiu, levantando a auto-estima de crianças, jovens e adultos, através da fé por amor a Jesus, alimentou o corpo e o espírito de muitos construindo igreja, escola, hospital e casa de repouso para idosos. Nazareno pra muita gente foi mais que amigo, foi a figura de um pai para mim e a muitos. Lições de amor uma bandeira e um despertar a violência que não sangra, mas esta estampada na omissão, no descaso, no abandono e até num simples gesto de uma palavra maldosa, orgulhosa e egoísta, que impede que o outro ser humano cresça! Agradecimentos Ao Marcio Marcelo Nascimento Sena, um anjo que veio ao meu encontro, e que me deu possibilidades de crescer como escritora e concretizar os meus sonhos tornando-se para mim um ser grande e maravilhoso, que me ensinou a usar internet pra digitar os meus textos que até escrevia errado, mas ele foi generoso me ensinou e graças a Deus e a ele pude participar de alguns concursos e começar a digitar meus poemas e livros. Marlucia Divina da Silva Coração cuiabano
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Memorias completa
! Tempo vivido por mim apenas ate os cinco anos, porque der repente eu me vi retirante! Sem direito e sem escolha, as coisas aconteceram, laços se romperam, e eu me vi suspensa no mundo, em outra extremidade da terra, eu já me encontrava, só e muito longe dali, com pessoas diferentes e estranhas, e a vida já não tinha o mesmo sabor, muito menos as cores! Fui levada a um casal de estranhos, pessoas que eu nunca havia visto na vida, meus pais de criação, Jose Luiz e Julieta aos quais, me impuseram duas condições ou chamá-los de pais ou padrinhos, como o tratamento que eu recebia estava longe de ser tratamento dado á uma filha, escolhi chamá-los de padrinhos. Tratavam-me como se eu fosse um menino, o cabelo era curto as minhas roupas eram masculinas, e tinha que usar sempre chapéu, botina, e acompanhá-los na lida com terra. Aos sete aninhos me fizeram uma grade graça, me puseram na escola no Patronato córrego da caçada município de Ituiutaba embora, eu andasse um pouco pelas rodovias até chegar á escola, apavorada e só, era um tempo preciso, para minhas idéias! Eu ia atravessando córregos, o do Espilhoes, Caçada, e Grilos, córregos, onde trafeguei varias vez sozinha, sem companhia, com medo e tão pequena! Ás vezes, saia da rodovia e me escondia, quando via um carro estranho, um ciclista ou um andarilho, você não sabe se e um bandido, ou um solitário sem destino, sem lar e sem ninguém, e que encontramos muitos nas rodovias, e por alguma razão eu estava sempre caminhando em uma longa estrada, me sentindo pequena, retirante sem proteção e sem lar! Horas eu caminhava em direção a escola, indo á venda dos Grilos, que era muito longe, também havia horas em que eu fazia uns sérvios estranhos, como vigiar carnes penduras no sol pros cachorros não atacarem, e que meus padrinhos, quando não lidavam com a terra mantinham açougues, na roça a beira da rodovia no córrego do Espilhoes e na Caçada! Por isto o olhar fixo á rodovia era minha sina! Eu parava e olhava distante, imaginando porque tudo que eu queria estava tão longe, havia sempre a imensa rodovia a minha frente, longa e sem fim, meus pés, viviam ardendo pelo cascalho quente, o cheiro do piche às vezes entranhado na minha respiração, o suor escorria em meu rosto ardendo a minha pele tão jovem e tão sofrida, com o sol e as picadas dos insetos. Ai de mim se não fosse pra rodovia vigiar as carnes ou catar as pedras! E como se não bastasse era meu dever amassá-las com o martelo, e arriar enormes tachos o que faziam geléia, fritavam carnes e toda banha que eles retiravam das vacas, e dos porcos. Em outra situação esta mesma rodovia já me enchia de esperança, eu me livrava dos serviços estranhos e domésticos e caminhava na esperança do aprender! Armazenando em minhas idéias os sonhos, atravessava córregos e mais córregos, de belas paisagens, cheias de palmeiras lindíssimas, me alegrava ver os pássaros, periquitos, papagaios e araras, em suas algazarras e vôos movimentando a paisagem no balanço das folhagens nas palmeiras, o que me mostrava muito forte o verde, cor viva que pra mim simbolizava a que embora eu não á tivesse, me despertasse tamanha coragem em prosseguir, ás vezes com medo da violência da rodovia e dos morcegos, que sobrevoavam dos bueiros, embaixo das pontes. Mas eu tinha que seguir contando a história no caderno, escondida e sufocada em meus pensamentos, até que eu aprendesse e reescreve- lãs, nas paginas brancas do papel, enfeitando com rimas e cores de tintas. A escola era a base, pra que eu chegasse di certa a forma a algum lugar, e entendesse por meio das palavras o que estava me acontecendo e ate onde eu poderia chegar, e tirar algo de bom de tudo aquilo. No Patronato aprendi a ler, tinha por colegas as crianças abandonadas pelos pais e pelo descaso do mundo, crianças que a vida maltratava, rebeldes não por serem maus, mas por algum motivo trágico do destino encontravam-se ali, aos cuidados do senhor João e dona Irene. Encontravam-se ali, para uma criação de cuidados e amor, eles tinham alojamento, carinho, alimentos estudo e em troca, davam o seu trabalho, cuidavam da chácara do Patronato, das hortaliças de onde retiravam parte de seu alimento, e nas horas do recreio conviviam com as crianças da vizinhança, eu era uma delas. A sala de aula, os recreios, as brincadeiras eram gratificantes, lembro-me dos gestos de carinho dos meninos comigo, beijinhos no rosto, e cartinhas amorosas de infância! Os garotos apesar de serem trazidos, das ruas, eram amigos normais como todas as crianças, que só precisam ser amadas. Na espoca ouvia-se muitos boatos tristes, não sei ate que ponto era verdades, mesmo assim causava-me indignação, ouvia dizer que o Sr. João ás vezes, amarrava algumas crianças na arvore enquanto batia neles, os deixando amarrados á noite toda! Não sei ate que ponto isto era verdade, mas os meninos me contavam, tenho arrepios ate hoje em pensar ate que ponto essa crueldade seria verdade? Na época que eu estudei no patronato no córrego da caçada não havia meninas internas só as das redondezas e em horário de aulas! La eu aprendi a ter meus primeiros contato com outras crianças contatos com outras crianças, meus primeiros professores, e também minha primeira catequese. Em colégio de padres, o ensino religioso começa quando começamos a ler o que acho muito valido, Compreender os sentidos da vida, tornando compreensível, salutar e aceitável o viver quando nos ensinam a fé, o poder, das promessas de Deus, e que ele não tarda em socorrer os seus filhos, os consola e ate premia os bons comportados, punindo as vezes aqueles filhos rebeldes, como todo bom pai faz, da um castigo, por que quer que o filho ande nos bons exemplos e siga seus ensinamentos! A catequese e isto nos mostram uma receitinha infalível o que eu posso e o que eu não posso fazer? Quais as conseqüências que terei se eu não obedecer ao meu pai, principalmente o meu paizão do céu? Porque e pai de tudo e de todos. Os dez mandamentos e sua doutrina são a base pra ser um bom filho, pois dele recebe todas as regras ditas por um pai, amigo, que esta acima de tudo e de todos, tudo, vê, conhece e sabe, pode e transcende o tempo e o espaço, estando em todas as partes, podendo ate caminhar nas rodovias, nas ruas e estradas desertas deste mundo, ao lado de uma menininha triste só e abandonada! No Patronato eu me achava no plano espiritual e no físico, nas aulas do português em minha primeira lição cartilha de Lala, aprendi uma oração, fazendo dela a minha oraçãozinha de todas as manhas tardes e noites, Já que ninguém me havia ensinando uma, e eu só sabia falar com meu Deus do meu jeito, fechando os meus olhinhos e elevando o pensamento a ele. Na catequese eu já tinha minha canção favorita e em oração eu cantava suavizando o meu peito: No orvalho da manha criança me fala do meu Deus musica linda do (Padre Zezinho)O cantar da vida mansa a canção que eu fiz para o meu Deus! A escola era tudo, aprender a orar, a cantar, o significado das palavras, em sua possibilidade de criação me encantava! Eu esperava ansiosa que a professora de educação artística dissesse: Vamos brincar de auditório quem se oferece a cantar aqui na frente? Eu era a primeira a me levantar e já tinha uma musica engatilhada parecia mais uma vitrolinha, e quando isto não acontecia, eu esperava ansiosa pela aula de português, e que não faltasse a tão esperada composição, chegava ate mesmo a sonhar com os temas e se a professora me mandasse escolher um, causava-me ate indecisão, com tantos títulos que eu já tinha em mente para desenvolver a minha história, rara era a vez que eu não ganhasse um dez ou que minha redação não fosse parar no mural da escola, mas a vida pra continuar sonhando, não foi favorável, trabalhei tanto, e fiz de tudo um pouco, e ás vezes eu passava um, até dois anos longe da escola. Isto foi um tempo sofrido e duradouro até o dia que eu resolvi fugir! Fui baba manicure, balconista, caixa fiscal de loja e ate mesmo bóia fria, auxiliar de magarefe em um frigorífico, Uberlândia Minas Gerais trabalhava na câmera fria com o carimbo de inspeção federal marcava os miúdos a serem embalados e prontos para exportação e quando funcionaria desta empresa, o governo em Brasília lançara uma campanha funcionário padrão o concurso era fazer um verso ou um poema, sobre o tema, eu não me interessei em fazer, mas pela insistência de uma amiga e a pedido do meu primo Euclides, eu fiz uma pra ela e outra pra mim, não levei muito a serio, mas fui pro vestiário, compor! Eles eram meus grandes amigos de todos os dias, no caminhão na hora do embarque pro serviço e quando íamos almoçar, sentávamos na mesma mesa tínhamos um ótimo relacionamento de amizades, e eu os fazia todos os dias eles me ouvirem cantar obras de poeta de Chitãozinho e Chororó! Se eu não cantasse esta canção era como se eu não orasse a Deus naquele dia! Como negar uma poesia a pessoas que todos os dias me davam um pouco do seu tempo me ouvindoeu falar dos meus sonhos? Eu não almocei naquele dia, só pra ficar no silencio do vestiário enquanto os outros funcionários almoçavam eu teria tempo suficiente pra fazer a poesia que tanto minha amiga queria. O resultado foi que ela ganhou uma medalha de prata, e eu não ganhei nada! Mas largo e prazeroso era o seu sorriso, exibindo a medalha de prata pendurada em seu pescoço pra que todos vissem seu premio pelo meu mérito! Com muita vontade e com apenas a 6° serie conseguida a muito sacrifício, fiz uma prova e fui aprovada a trabalhar nas Lojas Americanas, de balconista, caixa e enfim fiscal de loja quebrando o tabu que só então havia trabalhado ate então homens neste cargo, amparada por um policial do juizado de menores, o Jose Luiz eu pude assim desenvolver bem e com total desempenho o meu trabalho e sendo exemplo bom para loja de numero 49 antes de sair tive que orientar na formação de mais oito mulheres para fiscais, e só sai porque ia me casar e mudar de Estado não havia Lojas Americanas na época em Cuiabá, para pedir transferência então á saída foi pedir demissão do cargo o qual tinha um excelente salário. Casei-me em 30/04/84 Uma semana depois eu embarcava num ônibus da empresa São Luiz direto a Cuiabá, levando no peito os sonhos e a vontade de construir um futuro melhor, deixando pela terceira vez família, emprego e amigos. No Mato Grosso eu enfrentei de tudo, tinha que lidar com um marido doente de ósteomilite crônica nas duas pernas, o descaso da firma onde ele trabalhava de impressor de off set, e ainda por cima grávida, sem ter dinheiro e nem condições humanas de sobreviver, só não morri e perdi a criança, porque aos três meses de gestação eu conseguia me levantar da cama graças a ajuda de uma grande amiga que assim como eu viera de Uberlândia casada e na mesma esperança, compadecida com minha situarão me trazia comida, se não fosse ela só ia comer um sanduíche e as onze da noite porque o marido deixava de lanchar no serviço, pra me trazer o lanche, embora fosse doente alcoólatra, era um homem bom, excelente profissional só que por sua doença as vezes ficava afastado por um tempo longo entre tratamento cirurgia e dividas e com as dividas todos os tipo de dificuldades, me mantive viva porque sem parentes e sem conhecer ninguém, lutei até contra a fome, graças ao rio Cuiabá, que mesmo grávida e até o sétimo mês de gestação eu caminhava uma hora para pescar, voltávamos á noite trazendo peixes, mamão, manga e caju frutas de época que dão em abundância e fartura e que sustentam a população ribeirinha. Quando eu não enfrentava a doença do meu marido tinha que lutar contra o seu alcoolismo remando contra a maré que horas alta e outra baixa, não foi fácil lutar contra tantos obstáculos pra agüentar e sobreviver cheguei ao limite, muitas vezes pensava em jogar tudo pro alto e voltar pra minha terra. A magia do lugar a solidariedade simplicidade dos cuiabanos que eu fazia amizade me davam certo animo me obrigando a seguir, somente os mais próximos a mim meus compadres Janio e Lidia sabiam o que eu enfrentava. E enfrentava pelo o que eu mais amava, meus dois filhos, por eles eu mantinha a minha Fe e a esperança que o outro dia fosse melhor. Durante sete meses eu não liguei pra ninguém, não escrevi nem mesmo a minha mãe não tinha como mentir eu não sabia fazer isto, e pra não preocupar ninguém ia para o papel todas as minhas queixas e lamentações, meus diários eram uma espécie de divã onde eu desabafava escrever era uma forma de não guardar o que me oprimia. Quando vieram os filhos continuei escrevendo não mais sobre a minha historia, O meu viver meu aprendizado. Passei a dividir com eles toda uma vida de anseios e preocupações, uma vida atribulada em meio ás doença crônica do meu marido, crise financeira e injustiça agarrando-me na esperança e cultivando neles a fé que renasce aos sonhos. Em 89 conheci o padre Nazareno o que me orientava com suas palavras. Que era para mim balsamo e alivio ás minhas angustias por longos anos levei o evangelho a muita gente, famílias, jovens e crianças, de casa em casa eu descobria que não era a única a sofrer e que todos s temos as nossas cruzes e que há pessoas em todos os cantos que necessitam de palavra conforto e muita das vezes não tem nem mesmo sonhos! Trabalhei muito pela causa do causa do reino, dando palestras aos crismando, evangelizando jovens e crianças. Na igreja católica me engajei em movimentos da RCC intercessora após seminário com Padre Firmo Duarte, membro auxiliar da Legião de Maria, mas precisava cumprir bem meu ministério, então em 89 aderi ao movimento sacerdotal mariano como leiga. Continuei a escrever homenageando Jesus e Maria que estiveram sempre presentes em minha vida, sonhos e anseios. O temor a Deus sempre foi à base de tudo em minha vida e quando a vinte e cinco anos atrás eu chegava de Minas, terra vermelha de clima fresco achava que não suportaria o calor de Cuiabá, mas aos poucos fui descobrindo que não sobreviveria sem ele sinto-me cuiabana e não penso em outro lugar para viver, amo minha terra natal, mas a natureza o clima de Mato Grosso a simplicidade a Fe e religiosidade das pessoas aqui e o que me dava fascínio e encanto foi me apaixonando por esta terra e me sentindo cuiabana de corpo e alma aqui eu encontrei grandes amigos que me deram aconchego hospitalidade e a terra foi fundamental às minhas inspirações, tive que parar por um tempo de escrever, pois meu filho com oito anos começou a cantar na no chuveiro, na escola, na igreja e em todos os lugares onde tivesse um microfone ligado, chegava da escola com um nome e eu tinha que criar uma musica pra ele cantar nos eventos da escola, mas não ficou só nisto, do colégio dele já estava em todos do bairro cantando em todos os eventos e em todas as praças minha filha o acompanhava com o teclado, mas não parou por ai, der repente vieram os concursos, as classificações e ele já estava na TV e nas rádio locais. Parei de escrever minhas poesias e dediquei-me pra ele, elaborando o seu projeto com as musicas de minha autoria e mesmo sem conhecer técnicas de musica dava a letra e melodia, e o Maestro Gilberto Mendes criava a partitura para mim. O estilo era o (sertanejo romântico, rasqueado, moda de viola, forro, etc.) Compunha letras que de certa forma agradasse o publico infantil e adulto. Com a temática voltada para o cotidiano, as brincadeiras, os anseios juvenis e como partida a amada terra Cuiabá e as belezas de Mato Grosso. O repertorio eram: Quem disse, Chiclete cuiabano, Violência e extinção, Proerd Paz e amor, Eu quero outra vez sonhar, Nas águas do rio, E tão bom lembrar, Cowboy sonhador á estas oito musicas o conselho aceitou e deu o parecer favorável e as outras quatro desconsiderou. O meu projeto obteve parecer favorável, porem tramitou cinco anos na Secretaria Estadual de Cultura sem obter a verba necessária, que a lei de incentivo a cultura Hermes de Abreu prometia foram tantas as promessas vagas e os reajustes que me mandavam fazer, que acabava por gastar mais do que se tivesse tomado outra iniciativa como a de gravar uma musica por vez, na segunda vez que apresentei o projeto, ate carteira na ordem dos músicos me mandara tirar sendo que sete conselheiros, já haviam dado o parecer favorável faltava apenas a aprovação do presidente do conselho, eu só tinha que tirar as carteiras dos cantores e a minha como compositora e proponente, parecia fácil e ate seria se ao pagar na época mais de 100.00 por cada carteira, o presidente não fosse tirado do conselho antes da assinatura que eu mais precisa! E esta historia de favorável e reajuste tramitou ainda por mais três anos ate que o meu filho em fez de sonhos desencantos e ate mesmo por humilhações, não suportou nem mesmo ouvir mais este nome Lei de Incentivo a cultura. Hermes de Abreu. Nas águas do rio, serviu de campanha pra defesa do rio Cuiabá o cantor mirim chegou a fazer um clipe pra campanha o mesmo foi divulgado na TV Mato Grosso e em outro canal durante todo tempo da campanha RIO CUIABA VIVO brilhante campanha de preservação ao meio ambiente, existente pelo deputado Sergio Ricardo ate hoje, trabalho de uma pessoa que por sinal admiro pelo trabalho que sempre desempenhou em prol do rio Cuiabá., assim como tantos outros benefícios, que tem favorecido não só o meio ambiente como milhares de pessoas carentes. Nunca me considerei poeta ou escritora, pelo fato de não ter estudo e nem conhecimento literário suficiente, mas sou viciada em escrever principalmente verdades, tudo que escrevo eu retiro das minhas verdades e inspiro-me na bíblia e na vida real do meu cotidiano, escrevi em minhas musicas e poesias Lições de amor, fatos que me preocupa, como a violência a natureza o desrespeito e maltrato a seres vivos em geral porque e um problema preocupante no mundo todo. Com a publicação de minhas musicas e poesias, seria uma forma de estar fazendo algo para colaborar, despertar, conscientizar, pois enquanto houver omissões e descaso a natureza e seres vivos estarão à mercê de doenças e mortes podendo levar a extinção do nosso planeta. Lição de amor faz referencia a vários temas, dando ênfase a Fe e esperança Como base, a idéia era unir forças num programa amplo e social, onde cada indivíduo teria obrigações de zelar, fiscalizar e denunciar os maus tratos a natureza, alérgica ao ‘’ar’’ poluído e fungos do ar e como eu, existem milhares de pessoas com os mesmos problemas o tratamento e a base de vacinas, que são eficientes, mas são caras e em longo prazo. Lições de amor e uma bandeira a violência que não sangra, mas e estampada na omissão, no descaso, no abandono, e até na falta de simples gesto de uma palavra construtiva. Homenagem a todos que direto ou indiretamente lutaram contra a fome, ódio, miséria, violência, preconceito e desigualdades, além de falar de amor entre os seres e do amor de Deus, faço homenagem a todos que direto ou indiretamente lutaram contra estas causas, destaco como lições o Manifesto poesia dedicada a TV Record, co o Manifesto de uma fã Proerd Paz e Amor excelente projeto da PM, e ao carinho recebido dos pais, avós e de todos aqueles que amam cuidam e ensina com responsabilidade a criança atribuo Lições de amor Homenagem aos meus queridos avôs Mamãe Julia e papai Zé Candido e todos aquelas pessoas que são os pais na qualidade de educar e construir para a vida. E se tratando de lições, amor e luta eu não conheci ninguém que mais tenha lutado por esta causa que o Padre Nazareno, que instruiu e construiu, levantando a auto-estima de crianças, jovens e adultos, através da fé por amor a Jesus, alimentou o corpo e o espírito de muitos construindo igreja, escola, hospital e casa de repouso para idosos. Nazareno pra muita gente foi mais que amigo, foi a figura de um pai para mim e a muitos. Lições de amor uma bandeira e um despertar a violência que não sangra, mas esta estampada na omissão, no descaso, no abandono e até num simples gesto de uma palavra maldosa, orgulhosa e egoísta, que impede que o outro ser humano cresça! Agradecimentos Ao Marcio Marcelo Nascimento Sena, um anjo que veio ao meu encontro, e que me deu possibilidades de crescer como escritora e concretizar os meus sonhos tornando-se para mim um ser grande e maravilhoso, que me ensinou a usar internet pra digitar os meus textos que até escrevia errado, mas ele foi generoso me ensinou e graças a Deus e a ele pude participar de alguns concursos e começar a digitar meus poemas e livros. Marlucia Divina da Silva Coração cuiabano
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Chantagem com Deus...
Depois de uma maravilhosa missa e comunhão com Deus caminhávamos de volta para casa eu minha filha e minha vizinha com quem eu fiz inúmeros seminários de vida no espírito santo Joana era amiga e confidente, partilhávamos além da companhia o que tínhamos de melhor, ajudávamos mutuamente uma outra porque além de irmãs em cristo éramos as melhores vizinhas uma da outra. Naquele dia caminhávamos silenciosamente refletindo no sermão do padre, quando der repente ela corta o silêncio e me diz ; Mary eu fiz uma chantagem com deus, eu me voltei para ela assustada e num calafrio que me percorrera todo o corpo em fortes arrepios como assim Joana? De que chantagem esta falando? Em seguida ela me disse; Lembra quando eu te pedi pra você fazer um cenáculo em minha casa, mas te pedi que tinha que ser sem imagem de Maria? Porque eu não aceito imagem? Pois bem fiz uma chantagem com Deus você sabe que eu não menstruo porque retirei o útero meus dois ovarios todo ele, mas eu disse a Deus se ele me fizer com que eu menstruasse novamente pela intercessão de Maria eu aceito o cenáculo com a imagem de Maria e você ainda vai comprar uma imagem igualzinha para mim por na minha casa. Eu fiquei gelada ela fez uma chantagem com Deus e inda me pôs no meio! Então eu disse; Isso não e só uma chantagem você desafiou A Deus!!! E ela com aquele jeito inocente e, alegre respondeu-me; Foi isso mesmo Mary! Também tem outro motivo da minha chantagem, você não imagina o quanto e triste ser gorda! Chegam as festas e comemorações eu sinto o cheiro de carne assada entrar nas minhas narinas,quando estou fazendo dieta, sem contar com o preconceito, como sofro com isso Mary! EU SABIA, POIS DE DENTRO DO onibus A VI CAIR DE BICICLETA, E UMA MOÇAS FAZEREM PIADA DELA!!! ONDE Já SE VIU ELEFANTE ANDAR DE BICICLETA? Eram essas e outras que agente ouvia, então eu lhe disse joana voce e a mulher mais notavel que ja conheci, formada em quatro magisterio, ainda por cima dedica seu tempo livre a comunidade gosto de voce porque sua companhia me alegra voce sempe em um sorriso no rosto a qualquer um e não precisa ser magra vôce e linda como e e...Mas ela insistia; Resolvi Mary fazer uma chantagem so estou pedindo pra Maria interceder a Deus que eu mentrue ,ja que não tenho utero e tambem que me apareça uma cirurgia de redução de estomago! E O BOM E QUE O senhor ja me permitiu um milagre...A doie meses que menstruo esou aguardando o proxximo milagre o da cirurgia quanto aconetecer eu te falo pra vo^ce fazer o pedido da imagem sou fila de maria catequista curcilista e sempe olei pras imagens com repudio, mas agora venho desejando me aproximas mais dela talves pelas suas expeiençias que partilhas comigo, antes eu entrava na igreja e nao me senteeia bem vendo as pessoas com aquele mimo com ela mas ultimamente sinto-me ao entrar na igreja que ela me beija e sinto aquele perfume jamais sentido Mary ...ainda irei escrer sobre ela '' que; veio me acordar dizendo que morrendo... acordei meus filhos pra conta as tres e pouco no outro dia realmente ela tinha falecido...Tambem sobre nos duas e a janela da providencia, aimagem que a irma evangelica não aceitou e que era o pedido dela.OBS;O MILAGRE ACONTECEU JA HAVIA ESCRITO TODA HISTORIA, MAS FOI DELETADA. UMA HORA TERMINO e corrijo NUNCA DESISTO DE ALGO QUE COMEÇO...E este esta sem corrigir demoro tanto a pegar no meu pç que quando pego tenho que reaprender a usa-lo
Marlucia Divina da Silva Medeiros
Coração cuiabano
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Mateus 13 v 1 - 52
Amigos, são para nós como joias, um verdadeiro tesouro! O baú, do qual, Jesus no evangelho nós indica, o reino do céu, este reino e a nossa a vida, levada com justiça, verdade e honestidade! Para mim, o ''o reino do céu, e este imenso baú’’, são as coisas bôas, que DEUS criou. A natureza, os animais, os bons amigos, enfim, o reino do céu, e também aqui em vida, quando agimos com verdade, honestamente, e não julgamos, não condenamos e acima de tudo, procuramos, entender o nosso semelhante, com suas razôes e diferenças! Não excluindo ninguém das nossas vidas, pois, todos nós, somos especiais a Deus na maneira, de cada um ser, com suas ‘’digitais únicas’’ nas mãos. E aquele baú do qual Jesus no evangelho nos, indica, o reino do céu, como deve ser a nossa vida levada com justiça! Num imenso baú, ele depositou essas parábolas, que são palavras de vida eterna, explicou uma maneira de seguir, mas entre este baú, deparáramos com o joio, a semente bichada e as perolas falsas, (Mateus cap. 13 v 24)embora nós, pareçamos pequenos, comparados a um simples grão de mostarda, reconheçamos nossa importancia para Deus! Saibamos que, estamos diante desse tesouro, da perola e da rede (Mateus capitulo 13 v 44 a 52).
Marucia Divina da Silva
Marucia Divina da Silva
domingo, 22 de junho de 2014
Isaias 7 v 14 ''O sinal de Deus por nós."
Jesus nasceu bebezinho e foi crescendo em graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens, mas ate que ele aprendesse andar, falar e se cuidar sozinho, foi os cuidados de Maria, o bendito leite e o mel que o protegeu. ‘’porque uma criança ate os seus doze anos necessita de cuidados,''proteção'' aprendizado e muito carinho!!!’’ E sendo assim eu tentarei resumir no Maximo, as graças que tenho recebido de tão maravilhosa mãezinha ao longo de toda a minha existência. Foi assim que eu ouvi dizer: Ela nasceu no meio da mata, numa palhoça muito pobre. no meio do mato ao som dos animais e da floresta,numa daquelas cabanas que não tem paredes e o telhado de capim encosta-se no chão! Disseram-Me que ainda bebê, eu fora presenteada por meu irmãozinho com uma linda bolinha branca de naftalina que seduzida aos seus encantos giratórios eu á comi. O resultado foi ir parar num hospital onde precisaram fazer uma transfusão de sangue urgente em mim, mas o problema e que não havia estoque de sangue tipo a positivo no hospital e meu pai teve que sair ás presas em busca de alguém que fosse generoso e que pudesse fazer a doação, o tempo era curto eu agonizava no leito do hospital, mas graças a Deus ele pode encontrar no prazo certo um anjo um homem corajoso de origem negra que era amigo de meu pai ele era também um soltado me devolvera novamente a vida e eu não morri. Aos cinco aninhos fui a um paiol com uma lamparina, é como toda criança nesta idade apronta e não sabe bem o que faz, primeiro apronta porque quer ver as coisas mexerem, se mover, depois porque tudo ao seu redor e imaginário e descoberta e o fogo encanta, e toda a criança e seduzida por ele quer ser uma vela, lamparina ou lâmpada tudo e encanto tem chamas faíscas e luz, bem no encanto da minha descoberta ; Primeiro taquei fogo nos ninhos das galinhas, ai quando eu me preparava pra por fogo na barrinha do meu vestido o meu vozinho chegou a tempo movido pelos cacarejados raivosos das galinhas chocas que me rodeavam nervosas por terem que correr do fogo e deixar os seus ovinhos com seus filhinhos ainda em formação! A sorte desta vez foi meu avó correr pra ver o motivo pelo qual as galinhas cacarejavam tanto, se não teria acontecido mesmo um grande incêndio no paiol! Esta já era a segunda vez que eu escapava da morte e só tinha cinco aninhos, o que mais me aguardaria o destino? Dos cinco aos seis anos eu já me lembro e posso contar com mais detalhes o que fora me acontecendo. Eu me lembro que tinha apenas seis anos de idade, e incentivada pela minha querida tia que me levava pra cidade, eu era atração nos programas de calouros da rádio platina de Ituiutaba Minas Gerais. Eu morava na roça, numa colônia de casas simples de pau a pic e chão batido pertencente á fazenda do senhor Abatenio Marquês. Lembro bem uma das musicas que eu mais cantava’’ parece que eu sabia que hoje era o dia de tudo terminar’’! As canções da Vanderlea Diana era o meu repertorio preferido, o que me garantia a classificação no programa e me dava alguns talcos e sabonetes como troféus o que eu levava com muito orgulho! Eu amava cantar, na radio e a todas as pessoas que passavam na colônia era só mandar eu pegava com as mãozinhas pequenas na barrinha do meu vestido e qualquer lugar se tornava na mesma hora um palco para minha apresentação, onde eu começava a rodar a saia e cantar..Éramos sete irmãos, meu pai e minha mãe morávamos entre a casa dos meus avós e a casa da minha madrinha irmã de mamãe, mas antes que eu completasse os sete anos, o meu mundo de sonhos caiu; Minha mãe foi embora, por um daqueles motivos em que os pais se separam e os filhos não entendem e não aceitam o choque e muito forte, parece que der repente o chão desparece, tudo perde a graça, as flores não tem cheiro, os pássaros cantam e mesmo assim o seu cantar e triste, as estrelas no céu brilham, mas não tem o mesmo encanto parece até que as luzes não tem brilho e mesmo que outras pessoas estejam por perto, haverá sempre a insegurança que somente os pais são o mais perfeito amparo fortaleza e segurança, somente eles e que da a certeza de que podemos arriscar correr e pular de qualquer altura, estarão sempre de prontidão e alerta pra nos socorrer. Mas naquele dia tudo ficara sem graça para mim, e mesmo sendo crianças fomos espalhamos como filhotes de cães ao serem desmamados! Mas foi também a partir dali, daquele exato momento, de tristeza em que; Segurança, amor, cuidados, amparo, carinho, aconchego; No momento em que tudo se perdera e fora destruído e que eu me tornei a maior sonhadora. Não tinha mais os meus pais e mesmo rodeada por estranhos, no meu coraçãozinho de uma criança de sete anos, e movida por uma enorme esperança, cultivei nele o que me encenaram a minha família, que assim como tínhamos um pai no céu, também tínhamos uma bondosa mãezinha e que mesmo estando no céu olhava por nos. Triste eu era demais e motivos tinha aos montes, mas a minha fé esperança e a capacidade de sonhar, me mostrava um novo caminho regado com leite e mel da mãezinha do céu e que eu já não estava mais sozinha, esta certeza tornou-se mais forte para mim quando fiz minha primeira comunhão, por estudar num colégio no córrego da caçada Patronato de crianças abandonadas em colégios de padres a catequese e sempre mais cedo assim que as crianças aprendem a ler inicia-se o estudo da palavra. O que eu aprendera, com a tradição da família se tornava mais forte em mim . Por isso eu acreditei e passei a chamar por uma mãe que embora eu não a visse, a sua ternura me confortava era como se eu tivesse descobrindo uma outra forma de nascer e de viver, e mesmo que alguém na escola falasse que eu não tinha mãe que ninguém ousassem dizer isto eu tinha uma mãe sim bem pertinho de mim e morava no céu . E em meio aos sofrimentos eu sentia a sua presença de mãe e ate falava com ela, eu acreditava porque o meu sonho era real como e como toda criança havia motivos para que eu acreditasse os próprios sonhos nos mostram sempre que existe uma saída, por que e assim com toda criança ela precisa de sonhos e isto eu tinha de sobra eu gostava de cantar, escrever, interpretar e o mundo para mim era um imenso palco e a vida do jeito do meu faz de conta, eu só precisava ter apoio aonde me agarrar, e se eu estava sozinha meus pais da terra se apartaram da minha presença, ainda havia os meus pais do céu, mesmo que eu tropeçasse, e caísse eles estariam ali eu tinha certeza disto! Só não entendia porque eu tinha tudo e derrepentente, não tinha nada, nem irmãos nem pais, avós tios primos, eu fui a única dos sete irmãos que ficou isolada, longe de todos sentindo a falta da comida familiar, dos animais de estimação das minas de águas correntes! Porque meu pai achando me proteger deu-me a um casal de amigos que também moravam na roça, eles tocavam lavouras, outras horas lidavam com açougue a beira das rodovias, eu sofria, desde de trabalhos pesados, maus tratos,calunias e difamações, além de trabalhos pesados etc. Eu era pau pra toda obra, fazia desde serviços pesados na lavoura, levar bóia e merenda aos peões que era uma vasilha enorme com mandioca cozida e outra com melado de cana de açúcar, uma merenda muito típica da região mineira. Em outras situações eu já não estava trabalhando na roça, lembro- de dar o banho nos dois cavalos, puxava pelo cabresto e ia dar banho neles no riacho, os meus pais de criação plantavam todo tipo de lavoura desde arroz, milho, feijão, e os cavalos eram pra puxar a carpideira enquanto o arado afofava a terra eu ia atrás com a matraca abrindo e fechando a matraca e o grão ia sendo semeado na terra. Eu fiz muito este serviço, com o cabelo sempre curto, chapéu na cabeça vestida de calça camisa e bota parecia mesmo um menino, e em casa em vez de bonecas tinha que tirar água da cisterna e lavar os três no giral embaixo de gritos e pancadas e as mãos que plantavam, lavava, cozinhava, construía e as vezes também perdia um pouco a sua identidade e característica de si mesma. Mãos que poderia ser delicadas ressaltavam doloridos calos do cabo da inchada, da matraca e do cutelo etc. E mesmo com o suor ardendo em meu rosto, eu olhava para céu, e era como se alguém La do alto gritasse pra mim: Vá enfrente não desista! E eu pensava forte e decidida: Meu pai do céu e minha mãe do céu cuida de mim! Apesar de sofrer muito naquela casa havia uma certeza em meu coração de que alguém lá do alto me protegia e que eu ia vencer ate sentia o doce do mel no amargo labutar da vida! E vencer para mim era um dia esta longe dali daquela situação, em que muitos viam sabiam e não faziam nada. O engraçado e que mesmo em meio a tantos sofrimentos havia alguma coisa que eu gostava existia ali com meus pais de criação o lado bom, eles vendiam mel, e quando iam à busca do mel eu tinha que ir também acompanhar os meus irmãos eram todos homens e eu mais parecia o irmão caçula, tinha um deles que eu gostava sempre me defendia me protegia as vezes mas tinha que brigar com a ima e com a mãe que era as que mais judiavam de mim, tinha o meu pai a quem eu chamava de padrinho, a minha mãe de criação a quem chamava de madrinha a minha irmã netinha, e os meus irmãos zezão, Nenê, Joaci e Canindé os meus irmãos de criação, por eu tomar o lugar do caçula Canindé me odiava e judiava de mim por isto, o Joaci, Nenê, Zezão, e meu padrinho eram bonzinhos me defendiam mas a Netinha E minha madrinha e o Canindé eram malvados! A imposição era da minha madrinha’’mãe de criação de que eu trabalhasse na roça, porque minha mãe tinha largado o meu pai ela não prestava e eu não ia prestar também tinha que ser criada da que Le jeito, porque filho de peixe e peixinho dizia ela me obrigando a trabalhar na roça.
Marlucia Divina da Silva Medeiros
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