terça-feira, 4 de setembro de 2012

Meu amor filial

‘’Suas mãos serão como as minhas um dia, mas as minhas mãos jamais serão como a suas, o jovem alcançará a velhice, porem a velhice jamais será jovem... O tempo e um excelente professor e não ensina com palavras seus ensinamentos são mostrados quando a vida passa deixando marcas e trazendo as lembranças aflorando na memória o que foi e o que poderia ser vivido. Tivemos tanto tempo e nestas horas eu sei que tentei dizer e demonstrar o quanto eu os amei e os amo... Amar mesmo que não sejamos retribuídos a vida e assim ou amamos ou deixamos a oportunidades  passar... Porem devemos ter o cuidado de não sermos injustos com nos mesmo, porque amar não e sinônimo de ser omisso, e nem de se omitir muitas vezes nos calamos por amor porque ele sempre fala mais alto tão alto aponto de causar a nossa própria morte. Quero dizer com isso que nem sempre as vontades de uma mãe vêm em primeiro lugar, pois em seu coração no primeiro acento ela oferece ao filho ‘’por amar demais e que  morremos nos nossos pró-pios sonhos... Na esperança e nas vontades de viver os nossos anseios e desejos. '’Existirá uma medida exata com peso e quantidade certa deste amor filial ao qual eu me dediquei
à vida toda? E ate aonde vai o limite desse amor? Se e que ele tem limites?

Marlucia Divina da Silva Medeiros
Coração cuiabano

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Deus e o Homem


A arte pode resgatar uma vida,
Devolver o alto estima ao indivíduo
Recriar sonhos e fortalecer na fé!
Despertar  consciência, e abrir mentes,
Mas por mais que o homem,
Aprenda e estude as artes,
Jamais se igualará, ao grande
Arquiteto do universo,  pois
Ele não precisou de material,
Tintas, e nem de tela, pra criar
E  Fazer sua maior  obra,
Usou somente da "palavra",
Faça-se,e fez o mundo!
 "O homem para criar,
Nescessita de todas a forças,
E elementos da natureza,
Mas tudo isso e obra de Deus."

Marlucia Divina da Silva Medeiros

sábado, 9 de junho de 2012

Dignidade

                                                     

                   
Até quando resiste a dignidade
E o valor do ser humano
Perdi-me de mim me enganei
Tentei levar ao Maximo uma relação
Insisti no meu engano me iludi menti
Não pude voltar a traz perdi o meu brilho
Sufoquei meus sonhos quando eu disse:
Não tenho nada não sou nada não posso nada

Respiro o sopro de Deus em mim
Enfrentei a dor sou forte sim
Tive meus filhos e por eles
Lutei com as armas que eu tinha pra lutar
Com garra e Fe mantive a minha esperança
Embora sem receber permanecesse cheia de amor
Fui capaz de me sustentar embora sentisse uma largata
Pois me arrastei à custa de um homem
Que talvez nunca tenha me amado

Agora eu sei que não foi culpa de ninguém
O querer as coisas certas nem sempre
Quer dizer que tudo esteja bem
Amo o meu Senhor e o temo a cada dia
Mas descobri que ter fé também e dizer sim
Eu não vou mais mentir pra mim
Sim eu tenho tudo sou alguém
Com Deus eu posso tudo e vou além

Marlucia Divina da Silva Medeiros

Chuva e seca




Em tempos de seca
A tua alma sofrida
Sozinha perdida gemia
Num canto escuro e sujo
Na dor na perda da vida e do amor
O céu que e mim chovia
Fluiu à água banhando o teu corpo
Molhando tua alma refrescando
O deserto no teu coração
Germinado de espinhos
E caminhos áridos
Sem flor sementes e frutos
Que poderiam trazer-lhe calmas
Quando o teu corpo tremeu na dor
No frio o meu corpo ti aqueceu
Fui teu amparo o sustento e cobertor
Dei-lhe carinho cuidados e muito amor
Roguei e clamei a Deus por tua alma
Sei que o sol já veio sinto o clarão em ti
Nas chuvas e bênçãos banham o teu espírito
Agora clame agradeça a Deus
Por sua vida.

Marlucia Divina da Silva Medeiro

Ganância



 Quisesse-me por a prova,
Pelo amor e zelo ao meu senhor?
Tua vaidade, orgulho e avareza, cresceram
Em cima de mim, só que mais alto que a tua cobiça,
E astúcia, e o Senhor do céu que esta acima de todas as coisas,
Pões, criou o céu e a terra, assim como e grande a imensidão do mar,
E as águas do oceano, carregado de teus segredos e mistérios,
Assim e o meu amor, pelo meu Senhor, minha alegria, liberdade, fe e minha esperança.
Eu glorifico ao pai de todas as coisas, de onde se originam, toda ciência e sabedoria,
O teu sonho, não e o meu sonho, e o meu sonho não tem preço,
Por mais que julgas, conhecer todos os segredos, o altissimo, conhece a minha alma!
Ela e feliz, pois anseia a liberdade que o mundo, ainda não conheceu,
Eu não sou nada, sou menor que um simples grãozinho de areia,
O meu tesouro, não e o teu tesouro, o seu se derrete, rasga, e destruído pelos cupins,
O que almejo, não tem preço, seu dinheiro não compra o que almejo, so o senhor conhece!
São eles, os meus, e o que o Senhor conhece, de mim, e que dão testemunhos de mim,
Posso ter vacilado, mas foi na anciã, de encontrar um tesouro, que tu não conheces,
O senhor, já te revelou quem  sou, tudo já foi escrito, investigalos- eis desde os tempos de outrora.Teu veneno, não me fará mal algum,
A enchente, mesmo que me arraste, minhas mãos estarão seguras,
E quando eu quiser me perder, o senhor me segura,
E se tentar me confundir de novo, sua cabeça, será cortada fora,
E grande a tua cobiça, fui salva resgatada e enviada,
Este e o meu canto, e na escuridão, quando ouço, no silêncio  um canto,
No desespero, ele me conforta a alma, me alivia o pranto,
Julgas me conhecer? Pensas que sabes tudo?
Engana-te, de olho nas riquezas, pensando ganhar o mundo,
O meu reino, não pertence a este mundo, mas ao autor do universo,
Comigo, virão todos, os que estão comigo, e os que somente,
O senhor e sua milícia celeste, conhecem

Marlucia Divina da Silva Medeiros
   

OBS; ALGO QUE NÃO ME LEMBRO DE TER ESCRITO. PASSEI SEMANAS NUMA ESPECIE DE TRANSE. 

Incentivo




Escondendo-me a verdade
Falta de capacidade
Me disse isso não da
Mais a bondade incentivo
Luta garra e sacrifício
Me disse vale tentar

Depois de longa jornada
Hoje eu estou aqui
Venci a sede e a fome
Mas posso tocar nos sonhos
Que fazem parte de mim

Foi uma palavra fraca
Que disse pra eu não vir
Mas alguém que encontrei
Deu-me forças pra seguir
Somei sorrisos, abraços
E aplausos que recebi

Não fui melhor nem pior
Só dei em troca o meu canto
Não escondi o meu pranto
E dei o melhor de mim

Cada degrau que subi
Nunca me senti sozinho
Jesus e a força de amigos
Não deixaram  eu desistir

No silêncio que eu vim
Ganhei o maior troféu
Reconheço bons amigos
E o pai que tenho no céu

Ter um dom reconhecido
Pra mim já e realizar
Não sei se terei sucesso
Mas cheguei onde quis chegar

Minha maior conquista
Esta no que eu vou contar
Esta nos amigos que eu fiz
E a vitória esta na luta de la pra cá

Marlucia Divina da Silva 
coração cuiabano

Força




Ha uma força, crescendo em mim,
Me extravasa, me arrasa, não tem dimensão,
Amo as flores, o mundo, e amo esse chão!
Eu amo, olho, sinto, penso e falo,
Há tristeza e dor, falta paz e amor,
Eu grito, não calo, há coragem em mim,
Não paro, preciso mudar, avançar, insistir,
Enfrentar o acaso, esperar, o que há de vir!

Preciso ser forte, não ter medo da morte,
Cantar sorrir, atravessar as barreiras,
Levantar nos tropeços, só não desistir,
Da injustiça e preconceito, nunca vou fugir,
Deixarei quantas vezes, o pranto cair,
Na voz, e coragem, a meta atingir,
Se a espera for longa, a luta for, sem fim,
Não me importa, fiz algo, vão lembrar-se de mim!

Marlucia Divina da Silva 

Grito



    Eu já tive uma dor tão forte que o meu grito ecoou longe! As  vezes num grito, falamos mais do que suportamos em anos de silêncio! Neste mundo de alma e corpo existem tantas coisas incompreensíveis a razão humana, e ao mesmo tempo tantos mistérios que somente cada um de nós nos, segredos de nós mesmos e que sabemos. Os gritos de uma  maioria ainda estão presos porque cansaram,  perderam a voz  e até a vida, suas lagrimas sufocadas até  formaram rios causando enchentes  de amargura, mas não foram  vistas, e quem ouviu esse pranto  viram e lavaram as mãos foram Pilatos,  fizeram de conta que nada aconteceu a’’ o descaso e o silencio foram os que mais agrediram numa violência denominada o’’ silêncio do egoísmo’’ que juntos foram cúmplice de suas maldades,  ferindo matando e ainda assim, dizendo aos berros e com todas as letras; Não temos nada haver com isso.  E   junto aos maiores algozes  rasgaram novamente o peito de cristo com mais uma estaca. Os amigos da violência continuam até extinguindo o amor e a vida abate o homem e destrói a natureza,  e toda espécie de plantas e  animais. O que resta e escuridão não sobra luz muito menos a paz! Gritei porque ouvi e vi tudo diante dos meus  olhos. Mas e quem não viu e ouviu?Acaso estavam cegos e surdos?  Eu mesmo  que não tivesse ouvido , nem visão mesmo assim saberia o que sempre aconteceu porque em minha inocência e pequenez me fizeram sentir as dores que em  meu consciente ficaram gravadas...


 Marlucia Divina da Silva 
Coração cuiabano